A Maastricht de André Rieu!

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Hoje vamos falar sobre essa linda cidade do sul da Holanda, em que nasceu e vive o famoso violinista André Rieu. A algum tempo atrás, assisti à um documentário sobre o André Rieu, e o castelo onde vive no sul da Holanda ou como chamam charmosamente, Netherlands. Você também pode “abrasileirar” o nome da cidade para Mastrique, mas não acho graça nenhuma.

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Então voltando, a Maastricht, a cidade me encantou mais que o próprio regente e seu castelo, e logo botei na cabeça que queria conhecê-la. E lá fomos nós, curiosos conhecer Maastricht. Mas por uma questão de logística, não pude assistir a um dos magníficos concertos que André Rieu proporciona gratuitamente ao povo da sua cidade na praça central, porque queria muito também voltar ao Keukenhof, o lindo parque de tulipas que só abre durante dois messes por ano na primavera, ( já falamos sobre isso no post sobre Amsterdã), e os concertos em Maastricht são no verão, quando o clima ajuda muito. Então, tive que escolher e preferi ver as tulipas e visitar Maastricht sem o André Rieu. E foi ótimo!
Voamos para Amsterdã, pela KLM, a melhor companhia aérea que já viajei, e no aeroporto mesmo alugamos um carro para visitar o Keukenhof. O parque fica perto do aeroporto e queríamos aproveitar o dia de sol com ótima luz para fotografar. Dormimos em uma cidade não muito distante, Tilburg onde mora uma querida prima e dois dias depois partimos para Maastricht.

A cidade fica bem no sul da Holanda, quase fronteira com a Bélgica, mas como o país é pequeno, pode-se dizer que de Amsterdã à Maastrich você leva aproximadamente 2 horas. Tudo fica perto na Holanda, aliás, é um ótimo país para conhecer de carro.

Maastricht, a cidade mais antiga da Holanda  é uma pequena e típica cidade pequena do interior, com cerca de 120 mil habitantes, mas muito interessante porque mistura cultura belga com holandesa. Na chegada você tem a impressão de que se trata de uma cidade maior, pois a cidade moderna que se formou ao redor da velha, é pulsante, industrial e impressiona. O rio Môsa corta a cidade pelo meio dividindo-a em bairros antes e depois dele. E obviamente embeleza a paisagem com lindas pontes, inclusive uma móvel que sobe para passagens de barcos.

A cidade tem muitas atrações, mas o que nos seduziu foi seu centro histórico que é deslumbrante! Prédios antigos e histórico, praças lindas com feirinhas artesanais, cafeterias deliciosas, igrejas solenes e impressionantes, e a enorme praça central onde no verão ocorrem os concertos de André Rieu e sua orquestra que atraem milhares de turistas e amantes da música.

Tudo lindo e encantador. Mastricht é pra ser apreciada com calma, sentando de mesa em mesa, observando a educação do povo e sua destreza nas bikes. Curiosamente foi em Maastricht, uma cidade holandesa que eu aprendi a tomar Spritz, um drinque italiano que faz muito sucesso na Europa, e que eu adoro.

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Não tenha pressa para começar seu dia em Maastricht, porque a cidade abre suas portas somente perto do meio dia. Antes disso, você anda pelas ruas vazias, como se estivesse em um feriado. Mas é possível pegar o carro e visitar algumas atrações fora da cidade, eu recomendo que você saia para fazer visitas cedo, e volte para a cidade velha no fim da tarde, esticando até o anoitecer.

Interessante o lindo prédio da prefeitura, fica perto da praça onde se localizam as duas principais igrejas da cidade. Lado a lado a magnífica Basílica de St Servan é de estilo romano, já a Igreja de St John é gótica mas em termos de beleza, as duas não deixam à desejar.
Nos arredores da cidade, além do castelo de Anré Rieu, que não está aberto à visitação, você pode e deve visitar as Cavernas de St Pietesburg, um labirinto subterrâneo com cerca de 10 km, muito legal.
As muralhas e fortes que circundam a cidade, remetem o turista às batalhas medievais, e também merecem uma visita.
Minha dica é você procurar o Turism Information da cidade, assim que chegar, e à partir daí, planejar as atrações que deseja conhecer.

Maastricht tem uma atmosfera especial, que encanta e seduz. Talvez seja a música que toca nas ruas da cidade, talvez o ar interiorano, talvez a multiplicidade de influências, típica de uma cidade de fronteira, não sei bem explicar, mas passei 3 dias na cidade e se fosse possível ficaria mais e mais!

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Depois de lá, pegamos a estrada rumo ao norte, atravessando toda a Holanda, mas isso é assunto pra outro post!
Bye!

 

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