Como ir ao Oriente?

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Esse vai ser um post diferente. Com fotos pra ilustrar bem os prazeres de um cruzeiro  mas com informações ( modéstia à parte) preciosas do como fazer dessa viagem tão longa e cansativa, uma aventura com lindas recordações. E desde já, fica aqui meu agradecimento aos queridos companheiros de viagem, Cleide e Amauri, além do maridão claro, pois sem vocês a aventura não teria sido inesquecível como foi.
Muita gente me pergunta como fui e como foi a viagem em si, então resolvi escrever um post que pudesse conter a maior quantidade de dicas que aprendi com as experiências que tive.

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Primeiro devo contar que por pesquisas e até mesmo por instinto, sempre soube que a melhor maneira de conhecer o oriente, fosse em cruzeiro. Por varia razões:
Sabia que precisaria de infraestrutura (guias, tradutores, transportes, etc…) porque já sabia que lá pra aqueles lados, não se fala inglês. Ou fala-se muito pouco.  E sabia também que num cruzeiro, eu teria essa infraestrutura disponível.

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Eu temia muito (sim, tenho muito medo) a comida do oriente. Primeiramente porque a limpeza lá (exceto no Japão), não é muito confiável, além disso, ainda temia  a “culinária excêntrica”. Então, pensei que no cruzeiro, com culinária “ocidental” e limpeza garantida, eu teria literalmente um porto seguro pra voltar quando a culinária local  não fosse muito confiável.

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Também tinha planos de conhecer a maior quantidade de cidades e/ou lugares que eu pudesse em uma viagem, porque tinha “certeza” de que não iria querer voltar, pois a jornada era muito longa.
Para isso, o cruzeiro proporcionaria pular de cidade em cidade sem precisar trocar de hotel ou providenciar meios de transportes diferentes em cada região.
Bom, o primeiro plano era ótimo, mas quanto a não querer mais voltar, não é verdade! Quero voltar sim. Quero conhecer mais do Japão, e ainda Xangai e Pequim.

Resolvido isso, na minha cabeça já tinha certeza que um cruzeiro seria o mais indicado e parti para procurar o cruzeiro que me permitisse conhecer a maior parte das cidade e/ou lugares que eu sonhava. Sabia que precisaria ser mais longo que costumo fazer, mas também não tinha mais de um mês disponível, então encontrei um cruzeiro da MSC partindo de Dubai e chegando depois de um mês em Tokyo, com bom custo/benefício e achei que seria o ideal.

Foi super acertado. Gostei da MSC, foi meu primeiro cruzeiro com eles, mas não fizeram feio. Saindo de Dubai, me proporcionou acrescentar alguns dias a cidade para conhecê-la, que não estava nos planos iniciais, (e foi acertado) e ainda de bônus, “encurtaria” o trajeto da ida. Sobrou somente para a volta, o aéreo mais longo e penoso.

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Aliás sobre isso, preciso salientar um ponto:  aconselho gastar o que você puder num aéreo diferenciado. Obviamente que é importante respeitar orçamento, para que a viagem possa ser realmente uma boa lembrança e não um pesadelo financeiro, mas respeite também seu corpo, seus limites e principalmente suas pernas.   Ainda mais se você estiver como eu na idade das dores generalizadas.
Mas não é obrigatório, viajamos com amigos da mesma idade, que foram bem na classe econômica comum, que costumo chamar de “animal class” (todos enjaulados kkkkkkkkk) então, você que sabe dos seus limites e por favor, respeite-os.

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O roteiro do cruzeiro incluiu a Índia, que não é muito a minha praia, mas mesmo assim, gostei de “ver com é” que é o máximo que posso dizer do país além de ter certeza de que não precisaria mais voltar lá.
O roteiro também incluiu o Vietnan, que não era meu sonho e apesar de quase miserável, o país me trouxe uma noção de regime comunista que eu não conhecia além de um povo simples e gentil.
A grande surpresa do roteiro pra mim, foi Singapura. Realmente eu não esperava uma cidade tão futurista e deslumbrante.

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Passando direto por outros pontos do roteiro, gostaria de falar do Japão. Principalmente Tokyo que nos meus planos originais era só um ponto de chegada. Achei que chegaria cansada de um cruzeiro longo e não estaria mais disposta a conhecer uma cidade grande.

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Daí, descobri na internet o Mori Digital Museu e enlouqueci. Queria muito conhecê-lo e para isso, aumentei alguns dias em Tokyo depois do desembarque. Foi o anjo protetor dos viajantes que me guiou. Ainda achei pouco o tempo para Tokyo e só me despertou a vontade de voltar aquele país extraordinário.
De uma maneira geral, considero que minhas escolhas foram acertadas. E até as excursões que comprei no navio, e que não compro normalmente em outras regiões, foram um grande acerto.

Graças a muita pesquisa, muitas horas na internet, minha viagem foi uma aventura maravilhosa com parceiros incríveis.
Tenho certeza, que ir ao oriente em cruzeiro, é a melhor escolha. Se você puder fazer um mais longo, que inclua mais cidades, ótimo. Ao contrário do que eu pensava não fica cansativo, porque as culturas são muito diferentes entre si então, em cada porto há um novo mundo esperando você com diferentes culturas. Escolha bem a companhia de cruzeiro e não escolha a mais barata, você vai precisar de conforto e infraestrutura pra viver a linda aventura.
Já falei aqui em outros post que o segredo entre uma deliciosa viagem e um pesadelo de problemas, além de muita sorte claro, é o planejamento. Então, sonhe e planeje e com certeza terá ótimas recordações no coração.
Bye!

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