Helsinque, minha capital nórdica preferida!

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A Capital da Finlândia entrou na minha vida sem nenhuma expectativa. Era na verdade, só uma parada durante um cruzeiro pelo mar Báltico, na Escandinávia.
Você já sabe, amigo leitor, de outros posts, que a Escandinávia é uma região ao norte da Europa, gelada, com pouca incidência de sol, e por isso mesmo com costumes e arquitetura,  muito diferentes do resto do continente.

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Então, entre todas as capitais bálticas, a minha preferida é Helsinque. Até me arrisco dizer que moraria lá sem dúvida, se não fosse tão frio fora do verão, fora isso, a cidade é perfeita. Tem um tamanho médio, pouco mais de 500 mil habitantes, poucos edifícios, é plana, limpa, zero violência, diversificada, altamente tolerante com as mais variadas diferenças culturais e religiosas enfim, da vontade de se mandar pra lá, principalmente frente aos “perrengues”  pelos quais estamos passando agora!

Fiquei apaixonada pela cidade imediatamente. Aquela vida civilizadíssima, cultural ( lá conheci a livraria mais linda da minha vida), e harmoniosa me conquistou de cara. O único problema, é o clima.

 O país inteiro é gelado. Tanto que a maioria dos finlandeses mora perto da capital, porque fica situada na parte mais ao sul do país, e mesmo assim, Helsinque tem 4 meses ao ano de clima razoável, 8 meses de frio, e destes, 3 meses de muito pouco sol, alguns dias sem luz solar. Isso pra mim, não é suportável, ou pelo menos, não por escolha. Mas vá conhecer Helsinque, e tire suas próprias conclusões, por enquanto posso dizer que é a cidade perfeita. Ou quase.
Além de ser linda, Helsinque ainda tem atrações muito interessantes, tipo “tem que ir” e você vai precisar de transporte para acessar algumas. Nada que uma van contratada não resolva facilmente. E não se preocupe com a língua, porque os finlandeses falam inglês. Você não fala inglês? Então contrate uma excursão com guia.
Algumas atrações estão no centro e você pode acessa-las a pé, mas a cidade é espalhada, e outras vão precisar de carro.  Acho que esse jeito da cidade se “derramar” no golfo da Filândia, sendo pontuada por inúmeras ilhas urbanas, muito verde e brisa marinha, foi o que me encantou. Curioso notar que em todas as casas, existem além da garagem para o carro, um jetsky estacionado para os dias em que não é possível se locomover de carro.

Vamos ver a lista do “tem que ir”.

A Praça do Senado- É um lugar muito importante por ser o centro administrativo do país, e é rodeada por edifícios neoclássicos, mas o mais bonito é a catedral de St Nicolas. A catedral foi construída em homenagem ao czar russo e depois da independência, passou à igreja evangélica luterana. Toda branca, em cima de uma colina, ela domina o cenário e é a marca do liberalismo religioso que reina no país.

Catedral Ortodoxa de Uspenski- Desenhada por Aleksander Gornostajey, domina a cena da praça do mercado e é a atração turista mais popular da cidade, mas não caia na tentação de olhar só por fora, porque ela é lindíssima por dentro.

Monumento Sibelius- Fora do centro, fica no meio de um parque com o mesmo nome, foi feito em homenagem ao musico Jean Sibelius, é um belíssimo exemplo de arte abstrata, construída com muitos canos prateados formando uma onda musical.

A igreja das pedras- Também fora da cidade, é totalmente diferente das igrejas que conhecemos. Como diz o nome, ela foi escavada em uma rocha enorme, e seu teto feito em madeira. Suas acústica é impressionante e motivo pelo qual há muitos concertos no local.

Praça do mercado- Espaço dedicado a uma feira turística, com muitas barracas vendendo suvenires, frutas e comida. Aproveite para almoçar numa barraca, a comida é boa e barata.
Museu da cidade de Helsinque. Fica na área do mercado e é grátis.  Você vai conhecer uma pouquinho da história do país e não perca no segundo andar, a exposição de fotos antigas da cidade.
Então, essa é a lista de “tem que” em Helsinque. Bem enxuta não é? Mas o melhor é que em dois dias, sobra tempo pra você curtir a cidade. A melhor época para ir, obviamente é no verão(junho, julho e agosto), porque além de ser mais “quentinha”, a cidade tem mais horas de luz solar e seus dias são mais longos.

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 Helsinque é uma cidade a beira mar, com uma beleza natural irresistível e você vai querer ficar muito tempo só sentada apreciando. Pra mim, ela é inesquecível!
Bye!

 

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