Uma cidade de conto de fadas!

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Surpresa!!! Hoje vamos falar sobre Cesky Krumlov.
Aposto que você nunca ouviu falar de Cesky Krumlov! Poucos pessoas também tiveram a oportunidade de visita-la, mas agora você vai conhecer um pouquinho desta cidade medieval encantadora que fica no sul da República Tcheca.

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Então, Cesky fica bem no sul da república Tcheca, na fronteira com a Áustria na verdade fica exatamente na metade do caminho entre as duas capitais, Praga e Viena ( cerca de 190kmde distancia de cada uma delas), o que faz de Cesky um programa de 1 dia para a maioria dos turistas.

Era exatamente esse meu plano original, mas quando nos encontramos com a linda cidade, imediatamente percebemos que teríamos que ter mais tempo para conhecê-la, e logo saímos em busca de hospedagem, o que se tornou uma batalha infrutífera, pois descobrimos que estava havendo na pequena cidade um congresso médico, o que obviamente acabou com todas as vagas formais em hotéis.

Conseguimos então, nos hotéis mesmo, informações de pessoas que hospedavam turistas em suas casas, e foi assim que conhecemos Martin, um tcheco muito simpático, que nos acolheu com muito carinho e do qual, tal como a cidade, nunca esquecemos.

Cesky Krumlov é uma cidadezinha medieval pequena, com cerca de 15 mil habitantes que é Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
A cidade foi construída às margens do rio Moldava o mesmo de Praga, e  seu nome, Krumlov significa “prado torto” que faz referência à acentuada curva que o rio faz em volta da cidade e Cesky, é tcheco.
Sua construção data do século XIII e sua arquitetura medieval que vai do gótico ao renascentista passando pelo barroco, possui inúmeros edifícios históricos que são uma verdadeira viagem no tempo.

Além de tudo isso Cesky ainda tem um imenso castelo, o segundo maior do país construído pela poderosa família Eggenberg   que também construiu o teatro barroco, o mais bem preservado e antigo da Europa.
Como você pode ver, Cesky tem muitas atrações, e o legal é você percorre-la com calma, entrando em casa beco, cada lojinha bebendo a deliciosa cerveja tcheca nos terraços às margens do Moldava.
Importante você entrar na igreja de São Vitor, para observar sua arquitetura gótica, e reservar um bom tempo para visitar o castelo.

Situado em uma colina, permite uma visão privilegiada da cidade, e logo na entrada do complexo ursos “guardam” o local, como antigamente mas as visitas ao interior do castelo, só estão abertas no verão de abril a outubro. Mesmo nesses meses, as visitas são guiadas com tours em várias línguas, e você terá que esperar por um deles, mas vale à pena!
Como em toda boa cidade Tcheca, Cesky também conta com sua própria cervejaria, uma das mais antigas do país e funciona desde 1560. A fábrica da Eggenberg oferece visitas monitoradas com direito a degustações de vários tipos da bebida que produz, excelentes para acompanhar a culinária típica de carnes de porco, salsichas, repolhos e batatas.

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Cesky Krumlov, com suas torres, praças e castelo, ganham um charme extra pela geografia peculiar. A cidade é de uma simplicidade estonteante. Original, mágica e encantadora. Cesky merece uma visita mesmo que seja só de passagem!
Bye!

 

Washington, a imponente capital dos EUA. — Mala com Alça

E já que estamos por perto, (no último post falamos do Museu Aeroespacial), vamos hoje falar da famosa capital dos EUA! Gente, a cidade é linda, limpa e chique! Você tem sempre a impressão que está num dos muitos filmes e séries que lá foram rodados. Os monumentos são colossais e parece ter sido construídos […]

via Washington, a imponente capital dos EUA. — Mala com Alça

Washington, a imponente capital dos EUA.

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E já que estamos por perto, (no último post falamos do Museu Aeroespacial), vamos hoje falar da famosa capital dos EUA!

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Gente, a cidade é linda, limpa e chique! Você tem sempre a impressão que está num dos muitos filmes e séries que lá foram rodados. Os monumentos são colossais e parece ter sido construídos para impressionar mesmo. Todo o poderio americano está estampado sem nenhum pudor. A cidade concentra todos o poder, o orgulho e principalmente a história do país. Mesmo para pessoas que não são tão fãs do estilo americano, é fácil se encantar com o que há de melhor neles, seu patriotismo!
Washington está cheia de monumentos, um mais lindo que outro. Cada guerra que eles participaram ( e são muitas), está representada em um monumento, cada momento histórico foi marcado para ficar para a posteridade, cada cidadão importante, está representado, e o orgulho fundamentado, é muito legal.

A cidade é muito calma e limpa. É fácil se locomover porque o transito não é difícil como NY, além do mais, os monumentos ficam concentrados e perto uns dos outros. Não o suficiente para alcança-los todos à pé, mas perto o suficiente para achá-los com facilidade.
Nós estivemos em Washington numa excursão de 1 dia, e com exceção do museu aeroespacial, que precisaria de mais tempo, achei a excursão uma ótima ideia! Comprei a excursão, saindo de NY, pela internet, na Ceetiz, e fiquei muito satisfeita com o serviço.  Se você estiver em NY e quiser dar “um pulo” em Washington, é uma boa alternativa.
Você também pode passar mais tempo na cidade e claro que vai conhecer melhor, calculo que em 2 ou 3 dias você conheça de “cabo a rabo”, mas de verdade, em 1 dia você consegue ver tudo que é importante e imperdível.

Um pouquinho de história:

Washington D.C. chama-se assim por fica no Distrito de Columbia, um tipo de Brasília deles que foi formado com terras de dois estados, Maryland e Virgínia. A cidade foi fundada em 1800 as margens do rio Potomac, e recebeu o nome em homenagem ao 1º presidente americano.

No início da independência os Estados Unidos não tinham uma capital fixa e as reuniões do Congresso aconteciam em diversas cidades, até que um motim durante uma reunião na Filadélfia, despertou a necessidade de uma capital sede. Mesmo assim houve uma guerra de interesses quanto a localização do distrito, e coube a George Washington o poder de escolher onde seria construída a nova capital americana.

Então, vamos as atrações interessantes:

Washington possui cerca de 150 parques e o maior deles é o National Mall. Um parque enorme com 3 km de comprimento esticando-se desde o Capitólio até o Memorial Lincon, com imenso espelho d’água. É onde tudo acontece! Foi inaugurado no começo do século XX e nele localizam-se Smithsonian Institution, um complexo de museus,  parques, inúmeros monumentos e a Casa Branca.

 Entre os principais monumentos e memoriais estão:

 Obelisco, dedicado a George Washington
Lincon Memorial, em granito dedicado a Abraham Lincon,
Jefferson Memorial, dedicado a Thomas Jefferson
Roosevelt Memorial, dedicado a Franklin Delano Roosevelt
National Wordl II Memorial, dedicado aos soldados da Segunda Guerra Mundial
Korean War Veterans  Memorial, dedicado às pessoas que serviram na guerra da Coreia

 Vietnam Veterans Memorial, dedicado aos que serviram na Guerra do Vietnam
Além destas atrações situadas no National Mall, você ainda pode conhecer o cemitério de Arlington, onde está enterrada toda a família Kennedy e o Pentágono, mas na minha opinião, estas atrações são perfeitamente dispensáveis.

 O cemitério claro, é um lugar calmo, bonito e arrumado, mas não passa de um gramado bem cuidado, onde o nome dos mortos estão em plaquetas no chão, incluindo os Kennedy. Quanto ao Pentágono, ele só é interessante visto do alto, onde você pode observar sua estrutura incomum, do chão, ele não passa de um prédio sem graça.
Bom, mas essa é somente a minha opinião. E quase todas as atrações de Washington podem ser visitadas por dentro, incluindo a Casa Branca, mas as visitas precisam ser agendadas, algumas com alguma dificuldade e muito tempo.

Mas voltando ao National Mall, as atrações que mais me encantaram foram:

O Capitólio- Localizado no Capitólio Hill, o prédio é a sede do congresso americano e tem uma imagem simbólica. Sua cúpula de mais de 80 metros de altura impressiona mesmo sem entrar, e no alto dela você pode ver a estátua da liberdade.

Memorial Lincon- O lindo monumento, todo em mármore, tem uma estátua do Presidente Lincon de quase 5 metros, e foi inaugurado em 1922 com a presença de seu filho, Robert Todd Lincon.

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Em 1963, o Memorial foi o local de um dos maiores comícios políticos da história americana, onde o líder Martin Luther King Jr, fez seu discurso memorável I Have a Dream e entrou para a história

Memorial dos veteranos da guerra do Vietnan- um muro onde estão escritos os nomes de todos os soldados americanos mortos na guerra. Emociona.

Monumento aos soldados da guerra da Coréia- O que mais me impressionou. Tem a forma de um triângulo que representa um campo onde 19 soldados vão avançando no terreno. Homenageia os soldados de vários ramos das forças armadas como exército, marinha e aeronáutica que morreram na guerra.

Além dessas atrações incríveis, eu também gostei de ver a Casa Branca e o museu Aeroespacial que já foi tema de outro post.

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Washington é assim: interessante. Como já falei, a sensação de conhecer ao vivo e a cores os lugares que você já viu muito em filmes, séries e até no posse presidencial, é muito legal!
Minha visita de 1 dia valeu muito à pena, e voltei encantada!
Bye!

 

Museu Aeroespacial de Washington, Incrível!

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Washington é uma cidade muito especial! Merece uma visita e mais ainda, merece um post que vai sair em breve, mas hoje vamos falar sobre seu museu mais legal : o Aeroespacial.
Gente, não sou uma “rata de museu”, apesar de gostar de história, procuro escolher bem aqueles que vou visitar. Procuro história, informação, beleza (adoro pinturas), e coisas que me acrescentem, e o aeroespacial está nessa nesta última categoria, acrescenta! E muito.Lamentei muito não ter tido mais tempo para conhece-lo e aprecia-lo como merece, então fica a dica aqui para você reservar pelo menos uma tarde inteira para visita-lo.

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A começar pelo seu prédio que foi pensado e construído especialmente para abrigar suas enormes aeronaves, e passar pelas sua rica coleção, o museu é um programão. Mesmo que você não seja um aficionado por aviação como eu.
O museu fica perto do Capitólio, se você estiver na região, é possível ir à pé até ele, numa caminhada bem tranquila.
Ele foi criado a muito tempo, em 1946 e não tinha localização própria mas depois da segunda guerra e da corrida espacial, recebeu diversas peças e houve a necessidade de construir um espaço mais amplo e adequado para a coleção, resultando assim no novo prédio que foi inaugurado em 1976.
O museu é administrado pelo Instituto Smithsoniano, e como todos os museus administrado pelo instituto, não cobram entrada.  Legal, né?

Então, vamos entrar!
O museu tem dois andares, divididos em diversos setores, alguns relacionados ao espaço, outros à aviação, outros interativos além das enormes peças penduradas no teto, que te fazem olhar para cima o tempo todo.  Então se você como eu, não tiver muito tempo disponível, pode escolher o que mais lhe interessa e lamentar não ver mais.
Logo na entrada você pode ver e tocar num pedaço de rocha lunar, uau!!! Ta, é uma rocha, mas é da lua!!!!! Onde você poderia ter essa oportunidade?  Ela foi trazida pela Apollo 17, a última missão tripulada à lua.

Ainda no primeiro piso, você encontra o Modulo lunar da Apollo 11, que era aquele pedaço da nave que se desprendia e descia na lua. A Apollo 11 foi a primeira missão que colocou o homem na lua em 1969. Parece que foi ontem, né? Mas já fazem mais de 40 anos.

Existe lá um modelo de foguete espacial, em que você pode entrar na capsula para ter uma ideia do interior. Fantástico.

No segundo piso, tem a seção dos irmãos Wright. São aqueles que disputam com nosso Santos Dumont o título de primeiro homem a voar, mas isso não importa, o que importa é que lá você encontra o Wrigth Flyer original do vou de 1903.  O máximo!

Também no andar superior você encontra vários modelos de aviões usados na guerra e alguns comerciais como o Douglas DC-3 usados nas décadas de 1930 3 1940.

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O museu tem um acervo extraordinário e curioso onde você pode ver o Spirit of St Louis que pilotado por Charles Lindbergh atravessou o Atlântico no primeiro voo intercontinental, bem como o primeiro jato americano, o Airacomet Bell XP-59ª, além do Bell X-1, o primeiro avião a romper a barreira do som. Também está lá o avião mais rápido que o homem já produziu até hoje, o North American X-15.

Além de todas estas relíquias, o Museu conta com uma réplica em tamanho real do telescópio Espacial Hubble, lançado pela NASA em 1990 a bordo do ônibus espacial Discovery. E especialmente interessante para alguns, o museu mostra toda a evolução de mísseis balísticos desde as Bombas V-1 e V-2 alemãs aos mais modernos mísseis teleguiados como o Tomahawk usado pelos USA nas guerras do Iraque.
Então, já consegui despertar seu interesse? Olha que isso é apenas um “aperitivo” de tudo que você pode ver no Museu Aeroespacial. Tal como o Intrepid, de NY, sobre o qual falamos em outro blog, o Museu Aeroespacial, é diferente, interessante e merece uma visita.
Passamos, eu e o maridão, poucas horas lá, porque estávamos em uma excursão com tempo apertado, mas saímos com a certeza de que o museu é imperdivel.
Bye!

 

Delícias Inesquecíveis!

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Amigos, hoje vamos falar de comida!!! Sim, comidinhas que experimentei pelo mundo e que deixaram uma deliciosa sensação de “jamais esquecerei esse gosto”!!!
Mas não pense que injustamente deixarei algumas delicias tradicionais “de fora”, porque vou falar do meu gosto pessoal, que muitas vezes não tem a ver com comidas famosas no mundo, mas você pode ter a certeza de que se tiver a oportunidade de experimentar “minhas delícias”, jamais esquecerá.
Vamos começar pelos dois países de culinária imbatíveis, Portugal e Itália.

Portugal é um país com imensa tradição culinária, principalmente de doces e bacalhau. E nem preciso indicar um lugar em especial em que você pode comer um bom bacalhau, e isso é que é legal lá. Em Portugal, você come um excelente bacalhau em qualquer restaurante simples. Eles sabem como ninguém mais, preparar o peixe à perfeição. Posso dizer inclusive que o melhor bacalhau que comi em Portugal, foi em um restaurante na cidade do Porto, na beira da ribeira, que fica em um container. The Best, indescritível e olha que lá é difícil você escolher um.

Os doces portugueses são hors concours! Não há no mundo absolutamente nada que se compare à eles. E são muito variados, com tradições regionais peculiares, então aproveite quando estiver lá. Coma o quanto aguentar, porque com certeza você sentirá saudades deles.

A Itália, é o país dos gulosos. Difícilmente você comerá mal lá, e se der um azar muito grande, ainda pode apelar para um gellato na esquina e esquecer completamente a “roubada”.

As pastas são sempre uma ótima pedida em qualquer esquina e as do sul do país,preparadas  com frutos do mar, sempre deliciosas. Alguns falam que as pizzas italianas são ruins, bobagens! Eu comi deliciosas principalmente em um “picollo” restaurante com mesas se equilibrando na rua, em um beco à esquerda do Pantheon, na via Giustiniani.

Mas o sabor inesquecível da Itália pra mim, são as brusquetas de pomodorinos servidas em Positano, principalmente no Ristorante Il Fornillo.  E se você tiver oportunidade também em Positano experimente a salada caprese do Ristorante da Costantino. Juro que você jamais esquecerá essas delícias e sempre terá vontade de voltar lá para comer novamente. Eu fiz isso, temendo que talvez minha memória gustativa estivesse me enganando, mas nada. Adorei cada pedacinho novamente, e era mesmo como tinha guardado na memória.
Bom, agora deixando estes países deliciosos para trás, vamos encontrar outros achados culinários pelo mundo.

A França é a meca da gastronomia no mundo mas pra mim, o sabor inesquecível em Paris é da crepe de chocolate vendida nas ruas do Quartier Latin. Não há endereço específico, se você estiver em Paris, perambule sem pressa pelas ruas do bairro, e você vai esbarrar nas lojinhas de crepe! Além das crepes, não consigo esquecer dos croissants e baguetes fresquinhas dos cafés e boulangeries de Paris e dos mexilhões da Normandia. São delicias que já provei e tive que voltar para matar as saudades.

Falando em comidas da Grécia, não podemos deixar de fora o iogurte delicioso, a salada grega, e o polvo grelhado.  São especialidades comuns em todos os restaurantes gregos e você pode encontra-los facilmente, sempre com qualidade mas preciso citar o restaurante Nice in Easy,  na Litlle Venice, em Mikonos, onde você pode achar todas as delícias gregas juntas e saboreá-las com uma vista de tirar o fôlego.

Na Alemanha, a culinária não é digamos, tão inspirada, mas Wursts ( salsichas), vermelhas e brancas, com um tempero suave e servidas com muita mostarda merecem ser citadas. Comi-as em algumas cidades alemãs, mas lembro sempre das de Berlim, vendidas em carrinhos na rua e com um pãozinho pra segurar!  Além das salsichas, gosto de lembrar também do Schnitzel, um bife de carne de porco à milanesa, muito comum no vale do rio Reno e dos onipresentes e irresistíveis  apfelstrudels.

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A Eslovenia, é um pequeno país encantador como um conto de fadas, mas especialmente no Lago Bled, que fica pertinho de Liubliana, você pode comer a torta Bled Cake. Não tenho ideia de que ou como é feita, mas é divina! De deslumbrar os olhos e paladar!.

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Londres, também está na mesma classificação da Alemanha: sem muita inspiração, mas temos uma exceção honrosa: o Fish and ships do Poppies! Soberbo, divino e com certeza o melhor fish and chips do reino Unido. Pegue um taxi porque não é fácil achar, mas se você der o endereço Hambury Street, Spitalfieds, com certeza chega lá. Depois pode me agradecer, porque vai querer voltar, sempre.

Na Espanha, a culinária é intensa, como os espanhóis, repletas de paellas e frutos do mar mas meu sabor inesquecível dela é um simples chocolate. Simples não, desculpe me expressei mal, é somente comum em Madri você acordar e tomar em qualquer balcão de bar seu chocolate quente com churros.  Mas é a qualidade e a cremosidade do chocolate em que você mergulha um churros bem sequinho e crocante que transformam a simplicidade em uma explosão de sabores e tornam seu dia mais feliz!

O Chile, nosso vizinho tem frutos do mar imbatíveis, e no mercado de Santiago, você pode prova-los fresquíssimos com  salsas (molhos) de todos os tipos.

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E por último, o mais inesquecível, o delicioso Pierog que experimentei na praça central da cidade velha de Cracóvia. Realmente é de comer ajoelhado. Tão bom, mas tão bom, que voltei 3 dias seguidos ao mesmo restaurante para comer o mesmíssimo Pierog. E se deus quiser, ainda vou voltar mais.

Impossível também não mencionar o azeite puríssimo sempre presente nas mais deliciosas refeições na Europa e os aspargos disponíveis na primavera, principalmente nos países Anglo-saxões,  preparados com presunto e ovos.  Simples mas perfeitos.
Ficou com água na boca? Eu também! Só de lembrar destas delícias, já fico com vontade de voltar pra provar novamente! Essas são só algumas das comidas que guardo na lembrança com paixão, as lembranças mais fortes e reconfortantes. Mas ainda vou voltar à esse assunto e  logo vamos falar das bebidas, outra paixão.
Se você tem vontade e tiver oportunidade, de experimentar essas delícias, não pense duas vezes. Nada do que citei é caro ou inacessível, mas garanto, é inesquecível! Mas lembre-se que uma boa companhia é sempre meio caminho para uma ótima refeição.

Bye!

 

Vermont, um sonho!

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Gente, eu sonhava conhecer a região das árvores coloridas, e nesta minha última viagem, visitando a terra do tio San ( essa é velha), consegui “encaixar” Vermont, e foi melhor que em meus sonhos.
Então, Vermont é o estado no norte dos EUA, onde no outono ocorre a fall foliage, que é um fenômeno que acontece nas árvores de Maple, transformando as folhas em amarelas, laranjas e vermelhas antes de cair.

O pequeno detalhe que me escapou, é que a foliage mesmo, ocorre em outubro, quando a temperatura já começou a cair, e eu fui em setembro quando ainda estava muito quente e as árvores estavam somente começando a se transformar.
É importante eu contar isso para mostrar que nem tudo é perfeito numa viagem, mesmo com muito planejamento, algumas coisas fogem do combinado e a gente aprende a curtir até mesmo o inesperado.

Eu adorei Vermont. Seu jeitão de interior, suas cidades bem cuidadas, as casinhas brancas com lindos gramados, abóboras por todos os cantos anunciando o halloween, estradinhas de interior e suas lindas pontes cobertas, as covered bridge.
Visitamos o sul do estado, a região de Green Montain, cuja cidade mais importante é Bennigton. Ficamos 3 dias na região, e foi o suficiente para conhecer muitas atrações interessantes e ainda fazer algumas comprinhas nos outlets ( na verdade são algumas lojas de marca) de Manchester outra cidadezinha da região.

Se você assistiu o filme “As pontes de Madisson”(recomendo), vai identificar as covered bridges logo que encontra-las. São lindas, românticas e estão espalhadas por todas as estradinhas.
No hotel mesmo você pode conseguir um mapa turístico da região, com todas as atrações  assinaladas, inclusive com as pontes. Saímos a caça delas, e desta vez com o tempo bom, meu fotógrafo oficial, “deitou e rolou”.

Bennington é uma cidade pequena com cerca de 17 mil habitantes e muita infraestrutura. Ficamos no hotel Hampton inn que tem uma localização estratégica para acessar tudo, além de ter um supermercado ao lado, e um restaurante chinês em frente, o que acredite em terra de hambugueres diários, faz muita diferença!
Bennington tem 2 museus, muito interessantes e você acha fácil com o mapinha, além de um monumento, o Battle Monument, que é uma grande obelisco de onde você pode avistar toda a região. O ingresso para subir ( elevador), você compra na lojinha em frente ao monumento, mas o mais legal de verdade é que você usa o monumento como ponto de referência enquanto anda por toda a região.

Entre Bennington e Manchester, por uma estradinha linda você encontra Hildene, a casa de verão da família Lincon. É linda e vale a pena pagar para visita-la. A região em torno já é linda, com as árvores amarelas, fica ainda mais e todo o mobiliário original da casa foi preservado, deixando uma atmosfera única.

Além disso, a região ainda tem Manchester, uma encantadora cidade, com mais turistas que Bennington, por causa dos outlets, mas que pra mim, que não sou tão chegada às compras, valeu pela arquitetura. A cidade é linda e tem muitos restaurantes, e todos recomendam o Christo’s pizza e pasta, mas fuja dele. É caro e não vale à pena. Tem muitas outras opções lá.

Também na estradinha entre Bennington e Manchester você encontra o Shaftsbury Park, uma área linda que os moradores usam para acampar, nadar, enfim, todo o tipo de programas de lazer. Lugar lindo e acolhedor, extremamente oportuno em uma viagem cansativa, e foi o lugar que escolhemos para dar uma relaxada já no fim da nossa.

Trouxemos de Vermont uma lembrança gostosa, de um lugar que ainda tem muita qualidade de vida, onde ela (a vida) passa num ritmo mais lento e agradável. E não vou te enganar, dá muita vontade de se mudar pra lá! Experimente.
Bye!

O Intrepid, uma surpresa!

Você já conhece New York, já esteve lá muitas vezes, já comprou nas imensas lojas, visitou todos os pontos turísticos, e conheceu todos os museus? Legal.
Mas já conheceu o Intrepid?
Se sim parabéns, você achou uma joia escondida!
Se não, você não sabe o que está perdendo, mas eu vou contar, claro! Assim quem sabe na sua próxima ida à Big Apple, você fuja do obvio e tenha uma experiência diferente.

Então, ancorado no rio Hudson, no Pier 86, está um enorme porta aviões que serviu na segunda guerra mundial e na guerra do Vietã, e hoje é um museu, o Intrepid! Na verdade o nome é Intrepid Sea, Air and Space Museum e é um dos museus que mais curti em NY.
Visitar o Intrepid é um programa diferente em NY e recomendo mesmo à quem não tem muito interesse em guerras e armas de guerras como eu! Como vocês podem imaginar, fui ao Intrepid levada pelo maridão que sempre se interessa por assuntos da segunda guerra,  passamos uma manhã inteira visitando o museu, e foi muito interessante. Menos o submarino, que “amarelei” quando vi o aperto e não tive coragem de entrar.

O Museu foi aberto ao público em 1982 e basicamente tem 3 atrações:

USS Intrepid- É um enorme porta aviões que tem mais de 30 aviões expostos incluindo o veloz A12 Blackbird

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USS Growler- Um submarino de guerra, com todos os armamentos originais.

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Space Shuttle Pavilion- Como o nome diz, um pavilhão onde está em exposição o Enterprise, o primeiro ônibus espacial do mundo.

Agora, falando como curiosa, nada conhecedora do assunto, o que mais gostei foi do Intrepid! Achei enorme, muito maior que imaginava, e principalmente adorei conhecer aqueles aviões  com asas que dobram que tinha visto em filmes.  Vários deles tem a descrição de onde foram usados, e há também uma área interativa onde é possível fazer vários testes de estabilidade de navios e um simulador de voo.

No submarino, como disse acima, não consegui entrar. Graças a Deus eles colocam no acesso uma amostra da porta do submarino de tal forma que você consegue ter uma ideia do “aperto” que é lá dentro, e eu desisti. Mas o maridão entrou, e fotografou tudo. Ele adorou o submarino mas disse-me que realmente não é lugar para pessoas ansiosas. O Growler é o único submarino a diesel aberto à visitação, então se você fica bem em lugares apertados, vale à pena visitar.

Além disso, o ônibus espacial Enterpraise , impressiona pela modernidade e o tamanho. Não tinha ideia de que ele fosse tão grande, quando assisti os lançamentos pela TV, parecia até pequeno, mas ao vivo, surpreende.
O Museu inteiro é muito bem cuidado e interessante. Tem elevador para acessar os vários andares do Intrepid, e você mesmo faz seu próprio roteiro no interior.
No final, tem a sempre presente lojinha de suvenirs, mas essa é muito legal, com uniformes militares, bonés, e apetrechos militares, que você não acha em outros lugares.

Então, você se interessa por história ou não, o Intrepid vai te conquistar! É só dar uma chance à ele e você não vai se arrepender!
Bye!

Maine, um destino diferente!

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Aproveitando o “gancho” dos lighthouese da semana passada, vamos falar sobre o Maine, a “casa” deles nos EUA.
O estado do Maine é diferente mesmo. Poucos turistas se interessam por essa terra tão bonita com povo acolhedor, mas eu, como sou “diferentona”, sempre sonhei conhece-la. Acho que o clima assusta os turistas, e com razão, nos poucos dias que fiquei no estado, a chuva, e a neblina, não deram trégua.

Mas não me arrependi, pelo contrário o Maine é encantador! Minha expectativa era comer muita lagosta, conhecer alguns faróis, e pequenas cidades pesqueiras com um litoral recortado e dramático. E o estado superou minhas expectativas.

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O Maine fica na Nova Inglaterra, área que foi muito disputada por ingleses e franceses em muitas batalhas, mas hoje em suas cidades, a vida segue num ritmo mais calmo. O estado se destaca na construção naval, na produção de madeira, na pesca, presença de alces, de lagostas, e blueberry.

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Os alces, não os vi, as blueberry, dispenso, mas as lagostas………ah essas me interessavam muito. E que desastre: as lagostas do Maine não tem gosto de nada! Tadinhos, fiquei com dó, mas a verdade é essa, e estou aqui para falar de experiências verdadeiras. Apesar de ter fartura de lagostas no Maine, e eles saberem cozinhar a perfeição, não sabem prepara-las!

No lobster roll, que é um sanduíche de lagosta, ela ( a lagosta) vem em grandes nacos, cozidos perfeitamente,  e só! Sem molho, sem tempero, sem acompanhamentos e sem gosto! Pena.
Na lobster soup, acontece a mesma coisa: nacos grandes de lagosta boiando em um caldo sem gosto e na manteiga (a melhor de todas) a “bichinha” vem nadando em manteiga o que pelo menos garante um gosto delicioso. De manteiga.
Ok, passamos a lagosta. Ela realmente não foi um sucesso, mas valeu a pena comer lagosta o dia inteiro mesmo que ela seja sem graça.

Nossa base no Maine foi a cidade de Portland, lindinha e aconchegante. Portland não é a capital do Maine, sua capital é Augusta que não fica no litoral, mas Portland é a maior e mais importante cidade do estado e está na rota de cruzeiros, logo tem mais estrutura turística, coisa que é raro no Maine. Então esteja preparado, se quiser conhecer o estado tão interessante, não espere muita infraestrutura mas também não vai encontrar hordas de turistas.

A cidade é pequena, com cerca de 70 mil habitantes, mas tem tudo que você precisa, principalmente no Old Port, como o nome diz, a região do velho porto, que fica bem no meio de uma baia, é o centro turístico onde atracam os navios, tem muitos restaurantes, bares, lojinhas e bons hotéis.

Nos hospedamos no Old Port e “batíamos perna” o dia todo sempre que o clima permitia. Como estávamos de carro (alugamos um em Boston), tivemos facilidade para conhecer os arredores desde as cidadezinhas vizinhas até os meus queridos faróis.

Cape Elizabeth, é um destes lugares que vale a pena conhecer, com suas casas brancas em meio a gramados verdinhos sem nenhuma cerca, muro ou nada que lembre a violência urbana à que estamos acostumados.

Seguindo em direção ao norte, pela rodovia A1, que obrigatoriamente precisa ser percorrida em baixa velocidade, você pode conhecer  Freeport, Bath, Brunswick, Rockland e mais encantadora, Camden.
Nesta rota, você conhecerá lindos faróis e no verão, muitos turistas mas com certeza é a melhor época para conhecer o Maine.

Eu estive na região por 4 dias, e embora o tempo estivesse ruim, conseguimos conhecer lindos lugares, mas se você tiver mais tempo, poderá subir até Bar Harbor, que fica no parque Nacional de Acadia e reserva lindas paisagens.

O Maine é assim, mais que um destino, é uma experiência para guardar com carinho no coração. Seus moradores se orgulham muito de aproveitar os grandes espaços ao ar livre, suas florestas e principalmente o litoral cênico.  Buscam inspiração na natureza para as atividades do dia a dia e são extremamente acolhedores.  Experimente o Maine, um lugar autêntico, simples e unico.
Bye

 

Caçadora de Lighthouses!

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Então, eu sou apaixonada por faróis! E não sei explicar bem o que me fascina tanto neles! Talvez seja o isolamento, a solidão, ou minha imaginação que consegue me colocar como uma “faroleira” destemida que mantém uma intimidade com o mar selvagem ao meu redor!

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Viu, como minha imaginação é fértil? Cada vez que olho para um farol, mesmo que ele esteja rodeado de turistas, consigo sentir todo o isolamento que ele representa.
Bom, por conta dessa paixão, em minha recente viagem ao EUA, fui ao estado do Maine literalmente para “caçar faróis”, ou como eles chamam, Lighthouse.

O Maine é um estado que fica ao norte de Boston, muito interessante, e em breve será motivo para um post, mas hoje, vamos falar sobre os faróis do Maine.
Eles são 64 ao todo, e pontilham toda a costa recortada em falésias, ilhas, penhascos e claro, muita névoa. Eu descobri “na marra”, porque o Maine tem tantos faróis: porque precisa, né?
Digo “na marra”, porque não tinha me dado conta de que um estado que construiu tantos faróis, teria um clima dificílimo, com muita névoa, neblina ou fog.  Usando qualquer um dos nomes, a realidade não muda: o clima dificulta muito, e visitar o Maine no começo do outono, não foi uma boa escolha.

Se você compartilha meu interesse por faróis, aconselho ir no verão, mesmo assim correrá o risco de pegar muita névoa.  Outra dificuldade que preciso alertar, é que o litoral recortado não facilita o acesso aos faróis, além de não existir sinalização na estrada que serpenteia pela costa, obrigando o turista a realmente “caçar os lighthauses”.

A melhor maneira de conhecer os faróis, é voando de helicóptero, mas como não há voos panorâmicos disponíveis, talvez a segunda melhor maneira seja comprando um passeio de barco, saindo de Portland (esse sim, existe) se tiver a sorte de estar no Maine com um tempo bom, sem neblina.

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Eu, como não sabia de nada disso, peguei uma neblina “arretada” em Portland e tive que caçar faróis de carro mesmo. Até consegui ver alguns, e claro que fiquei horas admirando ( em um deles até consegui fazer um vídeo, se você não assistiu, ainda dá tempo, está na página do Mala no FB), em outros, a neblina estava tão densa, que nem tirar fotos foi possível, mas posso assegurar, que meu coração estava saltitante de tanta alegria. Com chuva ou sem, com neblina ou sem, cada lighthouse que conheci era como se encontrasse um velho amigo.
Meu ponto de partida foi Portland, a maior cidade do Maine. A cidade já foi a capital do estado, que depois mudou para Augusta, que fica mais ao norte, no interior e é sem graça.

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Portland é uma cidade litorânea, com boa infraestrutura hoteleira, bons restaurantes e deliciosa. Seu porto faz parte da rota de cruzeiros, o que garante suporte turístico, então foi minha escolha para conhecer o Maine, e foi muito bom.  Dali, partíamos todos os dias de carro para cidadezinhas, vilas, lugarejos ao longo da costa, munidos de um guia de Lighthouses ( sim, existe um guia com mapa), e passávamos o dia “caçando “ faróis.

Portland, também será motivo de outro post no futuro, porque tem muitas atrações, mas voltando aos faróis, consegui conhecer alguns e me deslumbrar com eles, mas também, me frustrar bastante com a impossibilidade de não achar outros, de não conseguir fotografar muitos e de não conseguir acessar alguns. Faz parte.

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Obviamente que não conheci todos os faróis, mas entre os que conheci, o Cape Elizabeh Lights “Two Lights” ( todos tem nome) foi o mais lindo! Ele fica pertinho de Portland, e é de fácil acesso. Aliás, Portland tem 3 deles: o Cape Elizabeth, o Portland Head Light e o Spring Point Legde Light  e são sua melhor chance  de observa-los.  Na verdade existe mais um, o Ram Island Ledge Light, mas como diz o nome, fica numa ilha, como muitos outros faróis, e nesse caso, você precisará de um barco para acessa-lo.

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Além destes, o Rockland Breakwater, e o Owl’s Head Light, ficam perto da linda cidadezinha de Rockland, e também tem acesso fácil.

Alguns deles, você vai precisar procurar com ajuda do GPS, porque como já disse, não há sinalização específica para os faróis, mas posso dizer com certeza, que se você se interessa por faróis, a “caça” vale muito à pena.
Programe uma viagem no verão, ao Maine e vá conhecê-los, é quase como caçar vagalumes!
Lembra uma emoção de criança, que sempre é deliciosa de reviver!

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Bye!

 

Marselha, oui!

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Olá viajantes! Hoje vamos falar de uma cidade que quase ninguém fala, e que dificilmente é o destino preferencial dos viajantes:  Marselha, em francês  Marseille!
Não que essa linda cidade à beira do Mediterrâneo seja um destino inusitado, mas penso que ela não desperta tanta atenção quanto deveria ou mereceria!
Marselha fica no sul da França, em uma região com geografia diferente do resto do país, a Provence-Alpes-Côte d’Azur. Nome lindo né? E a região é tão linda quanto.

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Você já deve ter ouvido falar da Provence, uma região no sul da França, onde as plantações de lavanda colorem tudo de lilás em junho, e também já ouviu falar da Côte d’Azur, que é o litoral sul da França e Itália, onde fica Mônaco com toda a badalação do Jet set internacional. Pois bem, Marselha fica entre as duas regiões e mistura os costumes do litoral com a sofisticada elegância francesa!

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Estive na cidade somente uma vez, e como em outras vezes, por acaso, sem nenhuma expectativa e mais uma vez, me apaixonei! Tá bom que me apaixono facilmente por cidades, mas juro que Marselha, merece!

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O clima ajuda muito, porque é ameno, então, você pode visitar Marselha até no inverno mas atenção, se você quiser visitar também a região da Provence, escolha junho, quando as lavandas estão floridas e os campos pintados de lilás. A região da Provence merece um post à parte, e falaremos dela em outra ocasião, e recomendo unir os dois destinos: Marselha+Provence, 10 dias são suficientes.
Marselha é uma cidade de 800 mil habitantes, mas o centro é concentrado e é possível visitar à pé! A cidade foi colonizada por gregos (e deixaram sua marca, lá) e depois por romanos, mas tem um jeitão de balneário e foi construída em forma de anfiteatro protegendo seu famoso porto, o mais importante da França.  A influência da cidade na história da França, é grande, lembra da “ La Marseillaise”, hino do país? Então,  ele tem esse título por causa das tropas revolucionárias de Marselha, e tem também o Olympique de Marsielle, o time de futebol mais popular da França.

Mas vamos falar das atrações turísticas “tem que ver” da cidade.

Catedral Notre Dame de la Guarde- Comece por ela subindo a colina no trenzinho turístico. A catedral é lindíssima, protege a cidade a 800 anos e está localizada bem no alto, (161 metros) oferecendo uma vista panorâmica da cidade e do azul do mediterrâneo. Mais alta ainda, no topo da Catedral, a imagem de Nossa Senhora, toda folheada à ouro, abençoa a todos.Por dentro, a Catedral também impressiona com seus inúmeros mosaicos e uma arquitetura com tendência bizantina.

Porto velho- Desça a colina também com o trenzinho, mas desça dele assim que avistar o porto velho e prepare-se para gastar muito tempo caminhando por ele.
O OLd Port ou Vieux Port  é uma dos lugares mais legais de Marselha. É onde os navios ancoravam à décadas, mas hoje em dia ele é um monumento que serve de abrigo para barcos de pesca e iates.  Os moradores costumam comprar pescados frescos nas calçadas do porto e há muitos bares e restaurantes ao seu redor.

Museu de civilizações da Europa e Mediterrâneo- Situado exatamente na entrada do Porto Velho, um grande e ousado projeto, foi construído como costumam dizer, entre o céu e o mar.

Forte Saint Jean e Saint Nicolas- Situados lado a lado na entrada do Porto Velho, as duas fortalezas foram construídas para proteger o porto e são muito interessantes.
Chateau d’If- O castelo que inspirou o livro “O Conde de Monte Cristo”, fica na ilha If, um pouco distante da cidade mas ainda com a finalidade de proteção. Mais tarde foi transformada em prisão, depois foi desativada e hoje recebe muitos turistas.
Se você puder passar 2 ou 3 dias na cidade, vai poder conhecer outras atrações maravilhosas como o Parque  Boléry, a Abadia de Saint Victor, o Palácio Longchamp e o  Parque Nacional de Calanques. Algumas atrações ficam fora do centro, mas não são de difícil acesso.

Uma ótima ideia em Marselha, é hospedar-se perto do Porto Velho, pois você terá acesso à tudo caminhando. Não deixe de provar a deliciosa comida do sul da França e principalmente os fresquíssimos frutos do mar. Eu visitei a cidade em um dia de céu azul o que encantou meus olhos mas tudo é muito bonito em Marselha, a cidade é uma festa aos sentidos.
Bye!